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05mar/18

A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

Livros

Um livro com o título A Sutil Arte de Ligar o F*da-se é no mínimo atrevido, não é mesmo? Fiquei muito curiosa quando comecei a ver imagens dele pela internet e não resisti: comprei meu exemplar. Ele é um livro bem diferente ~ nota-se pelo título ~ e é daqueles que a gente grifa várias e várias páginas pra reler depois e não se esquecer das lições.

Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço.
Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva — sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e a sutil arte de ligar o f*da-se.
Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.
Para os céticos e os descrentes, mas também para os amantes do gênero, enfim uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. Livre-se agora da felicidade maquiada e superficial e abrace esta arte verdadeiramente transformadora.

Por incrível que pareça, ele é sim um livro de autoajuda e faz isso de uma forma muito surpreendente: apontando o dedo na sua cara e dizendo que você não tem nada de especial, muito pelo contrário! Sofre e se dá mal como todo mundo. Mark faz uma revolução na forma com que enxergamos a vida e principalmente os efeitos e as consequências de dias e sentimentos ruins. Pra ele, você é o único responsável pela forma com que escolhe agir diante de qualquer coisa na sua vida. Preparados pra assumir a responsabilidade dos seus atos?

Formato(s) de venda: livro, e-book
Tradução: Joana Faro
Páginas: 224
Gênero: Não Ficção
Formato: 14 x 21 x 1,7
ISBN: 978-85-510-0249-0
E-ISBN: 978-85-510-0250-6
Lançamento: 06/11/2017

Eu comprei A Sutil Arte de Ligar o F*da-se no site da Amazon e chegou super rápido, custou uns 20 e poucos reais. No site da Intrínseca tem mais informações sobre o livro e onde encontrar. E vocês, já leram?

14fev/18

Tartarugas até lá embaixo | resenha

Livros

Desde que recebi esse livro da Intrínseca só ouvi elogios. Tartarugas até lá embaixo é o novo livro do John Green, aquele que escreveu A culpa é das Estrelas e Cidades de Papel entre outros e traz uma história tão fácil e gostosa de acompanhar que a gente praticamente devora o livro. É simples, mas é cheio de humanidade, sabe?

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância -, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Como já era de se esperar, Tartarugas até lá embaixo é cheio de citações e frases marcantes e que dão mais profundidade aos personagens ~ aliás, eles são sempre tão cativantes! São simples, mas fazem a gente se colocar no lugar e conseguir viver o que se passa. A maneira com que o autor trata de assuntos sérios para jovens é incrível, como no caso desse livro onde John Green aborda o TOC de uma forma que qualquer pessoa consegue entender. A gente se sente envolvido com o drama e consegue enxergar através de diferentes perspectivas. Fiz uma resenha bem sincera, aperta o play pra você ver!

Formato(s) de venda: livro, e-book
Tradução: Ana Rodrigues
Páginas: 256
Gênero: Ficção
Formato: 14 x 21 x 1,4
Lançamento: 10/10/2017

No site da Intrínseca tem mais informações sobre preço e onde comprar. E vocês, gostaram do livro?

09abr/15

Resenha de Livro | Extraordinário – R.J. Palácio

BiaLivrosLyfestyleResenhas

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Esse é um daqueles livros que eu me sinto muito bem em falar sobre. É também daqueles que a gente quer recomendar pra todo mundo e quando fala dele dá suspiros de amor. Extraordinário da R. J. Palácio é simplesmente meu novo livro favorito depois de A Menina que Roubava Livros – que responsa, hein?

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Ano passado comprei exatamente por causa da capa. Fiquei intrigada com essa carinha, essa capa azul e os dizeres da contracapa: Não julgue um livro menino pela capa cara. É claro que eu precisava levar! Eu já disse pra vocês que não julgo, mas sou influenciada por capas, não já? E como estou participando do desafio literário mais legal dos últimos tempos, aproveitei para lê-lo como um livo que se encaixa no desafio “um livro inteiramente baseado em sua capa”.

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Sinopse

“August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.”

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Apesar de ter uma temática de sofrimento, de algo tão difícil que ocorre a uma criança e sua família, o livro é extremamente leve e nada previsível. Inicialmente Extraordinário é contado pelo August, o protagonista e os capítulos não passam de 2 páginas. Depois eu vi que na verdade ele é separado por sessões, onde cada uma é referente a um personagem. E com isso terminei de ler em dois dias, sem cansar, devorando e saboreando cada página.

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Toda a história se passa durante um ano, aquele em que Auggie foi para a escola, então segue uma linha cronológica bem fácil e gostosa de acompanhar. Nesse meio tempo, a gente vê a mesma situação narrada pela visão de vários personagens, o que é simplesmente incrível e surpreendente. É um assunto delicado. O livro mostra o impacto de ter uma criança com uma mutação genética que altera o rosto de forma devastadora e o quanto é difícil lidar com isso, mas tudo de uma maneira clara e sincera.

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O que é mais interessante é que, apesar de trazer pra nós a dificuldade disso tudo, não o faz de forma clichê e previsível. Fala mesmo que não é fácil, que ninguém tem a obrigação de aceitar logo de cara e que aos poucos vamos aprendendo a lidar com o que não é usual pra nós. A ideia de mostrar a visão de cada personagem envolvido é mágica porque você pode se identificar com o sentimento de cada um, entender exatamente o que se passa com eles naquele momento.

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August é um personagem muito realista em relação à sua condição e o livro não traz nenhuma fórmula mágica pra isso. Toda a aceitação foi feita às duras penas e, apesar de já lidar com isso há 10 anos, Auggie ainda se vê magoado com coisas simples. Até mesmo a infantilização dele é bem feita e chega a causar comoção ~ Auggie, eu queria ter você como amigo, queria ser sua Miranda! No meio disso tudo, vemos ainda a vida dos demais personagens envolvidos e como são afetados pela doença de August.

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É sim daquele tipo de livro que comove, que faz chorar, que te dá esperança de um mundo melhor e de querer assistir a Star Wars ~ ele é incrivelmente cheio de referências ao filme e confesso que as analogias e metáforas feitas são excelentes! Super bem arranjado, escrito de forma simples, mas de coração. Cara, como eu amei esse livro! Extraordinário fala de várias coisas implícitas como a vida por trás do estereótipo, a dificuldade de aceitar o que é diferente, a realidade de ter alguém na família que requer todas as atenções e o quanto isso não é bom quando você não é esse alguém. É um livro que deveria ser obrigatório nas escolas, na vida! Deveria vir na cesta básica. Tenho a sensação que por mais que eu fale dele, somente lendo vocês entenderão do que eu estou falando.

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Deixem-se levar pela inocência consciente de August. Sejam mais gentis que o necessário. Encantem-se com essa história e passem pra quem vocês gostarem de verdade, vale muito à pena!

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24mar/15

VÍDEO | Book Haul março/2015

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Hoje tem o primeiro vídeo de Book Haul aqui aÊÊÊêêÊê! Vocês pediram vídeos de livros e indicações então aqui estou! Nele eu falo os últimos livros que eu comprei/ganhei e o que achei deles. Alguns eu já li, outros estou lendo e outros ainda nem comecei, mas explico também o que me motivou a comprar. Aperta o play, aí!


 

  1. Jardim Encantado – Sophie Leblanc | R$23,90
  2. Hora de Aventura – Marceline a as rainhas do grito | R$19,90 [resenha]
  3. O inconsciente: onde mora o desejo [Freud] – Daniel Omar Perez | R$39,90
  4. Cidades de Papel – John Green | R$19,90
  5. O preço de uma lição – Federico Devitto / Gutti Mendonça | R$29,90
  6. Percy Jackson e os Olimpianos: o ladrão de raios – Rick Riordan | R$19,90
  7. Dexter: a mão esquerda de Deus – Jeff Lindsay | R$44,90
  8. Dexter: querido e devotado Dexter – Jeff Lindsay | R$39,90
  9. Dexter: no escuro – Jeff Lindsey | R$39,90
  10. Listografia – Lisa Nola | R$ 34,90 [resenha]
  11. A Versão Definitiva de Harry Potter e a Filosofia: Hogwarts Para Os Trouxas – Bassham, GregoryIrwin, William | R$ 34,90
  12. Sincronicidade: a Dinâmica do Inconsciente – Vol. 8/3 – C.G. Jung | R$44,90

E aí? Já leram algum desses?

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09mar/15

Listografia – o livro mais legal pra quem gosta de fazer listas

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Ah, como eu amo livros interativos! E como eu AMO fazer listas! Aí alguém muito esperto ~ Lisa Nola, a autora ~ teve a ideia de juntar esses dois prazeres numa coisa super legal, o Listografia – sua vida em listas! O mais legal dele, depois da ideia de fazer listas pra várias coisas da sua vida, é enumerar um monte de coisas que você nunca parou pra pensar a respeito.

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 A primeira coisa que eu gosto nele é a capa. Ela é texturizada, com uma espécie de quadriculado em alto-relevo, mas muito discreto. Tenho vontade de passar as unhas toda vez que pego! Também achei a arte da capa simples, mas de uma forma positiva.

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As listas ficam apenas nas páginas da direita, enquanto que na esquerda tem uma ilustração referente à lista. Elas são muito legais e até engraçadas. Apesar da ideia ser de “fazer uma lista”, as linhas não são enumeradas, então você pode colocar a quantidade que quiser ou, arbitrariamente, fazer um parágrafo.

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O livro também tem uma parte só com os seus “primeiros” e outra com os “últimos”. Alguns são fixos, como “primeiro beijo, primeira religião, primeiro vício”, assim como os “últimos”, mas ele deixa também um espaço em branco pra você completar sozinho e descrever. Também adorei saber que todos os que fizeram o livro de fato sair aparecem no final com especificações em listas!

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Título: Listografia
Autor: Lisa Nola, Nathaniel Russell
Tradução: Rogerio Durst
Editora: Intrínseca
Edição: 1
Ano: 2014
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 160 páginas
ISBN: 978-85-8057-606-1
Peso: 400g
Dimensões: 230mm x 170mm

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No final ele tem páginas apenas listadas pra você fazer lista do que quiser. Como não amar Listografia, gente? Tô pensando seriamente em fazer a lápis, pra que ele não acabe nunca e eu possa sempre refazer se quiser. Eu ganhei de presente, mas já vi disponível na Saraiva do Shopping Independência e em diversas livrarias online.

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05mar/15

Resenha de livro | Não se apega, não – Isabela Freitas

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Esse foi um dos livros que eu mais fiquei ansiosa pra comprar. Primeiro pela capa, segundo porque ele veio em uma fase meio conturbada da minha vida. Não sei se vocês sabem, mas eu e a Isabela somos da mesma cidade, então rolou até de ir no lançamento, conhecer pessoalmente e pegar dedicatória ♥.

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Esteticamente falando, acho esse livro a coisa mais linda! A Isabela Freitas também tem um blog e começou muitos dos seus pensamentos lá no Twitter. Por isso o livro é cheio de referências à internet e cada capítulo é separado por um tweet dela de verdade, com formato de web mesmo, como se desse pra você retuitar inclusive! As páginas são amareladas e a fonte tem um tamanho ótimo, facilitando a leitura que fica bem fluida. As margens são bem grandes também.

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Sobre o livro em si, eu não sei classificar muito bem. Não sei dizer se ele entra em autoajuda, romance ou autobiografia. A verdade é que ele conta a história de Isabela, uma menina que terminou um relacionamento há pouco tempo e está tentando sobreviver de outra forma, superando as falhas e levando outra vida, amando a si mesma.

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Sinopse

“Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar o namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal per-fei-to! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, com as tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico.”

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De cara eu me apaixonei pelo livro. Ele começa com um ar de crônicas, coisas que eu adoro. É como se eu tivesse lendo mesmo o blog dela ou ainda aqueles textos que você vê pequenas frases no Instagram e printa pra guardar para momentos específicos. Não sei se eu estava envolvida pelo momento em que estava vivendo, mas achava que tudo o que estava escrito era pra mim. Mas aí o livro tomou outro rumo e eu fiquei um tanto quando decepcionada.

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Eu gosto da escrita da Isabela, mas algumas coisas deixaram a desejar no meu ponto de vista. Apesar de teoricamente ser uma história ficcional, o fato da personagem ter o mesmo nome, as mesmas características físicas e a história se passar na mesma cidade que a autora, senti dificuldade de separar as coisas. A trama começa com um “Q” de autoajuda, depois entra na ficção e termina como uma autobiografia. A impressão que eu tenho é que 60% do livro é sobre a Isabela Freitas, o resto foi acrescentado para tirar da gente essa ideia.

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Achei que o livro não segue uma linha cronológica. Isso não é problema, mas a maneira com que ela vai e volta no meio das histórias me fez perder de vez em quando a noção da narrativa. Alguns pedaços tive que voltar pra ter a certeza de que ela ainda não tinha falado sobre aquele personagem, se ela havia conhecido antes ou depois do término ou se eu não estava confundindo nomes. Por falar nos personagens, se eles forem realmente fictícios, são bem superficiais e com diálogos previsíveis ~ alguns são bem estereotipados.

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Título: Não Se Apega, Não
Autor: Isabela Freitas
Editora: Intrínseca
Edição: 1
Ano: 2014
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 256 páginas
ISBN: 978-85-8057-533-0
Dimensões: 230mm x 160mm

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O que me pareceu é que tudo dava pra ser resumido em uma única folha, o que de fato era relevante, o resto ela foi acrescentando. Aí, a gente se depara com páginas de situações que não acrescentam, interrompem o fluxo da linha de raciocínio e que deixam inclusive a sensação de querer pular pro próximo capítulo. Eu gostei mesmo dos 3 primeiros capítulos, onde parecia mesmo Isabela Freitas da internet. Mas acho também que de repente o público dela é mais jovem, menos crítico e vai acabar se identificando com a história da menina que terminou e resolveu seguir em frente, o que também é bom de certa forma. Parece que teremos um número 2, vamos ver qual linha ela irá seguir! E vocês, o que acharam?

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23fev/15

LIVROS | Vaclav & Lena

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Posso ou devo assumir que comprei esse livro apenas pela capa? Tá, depois que eu li a sinopse me apaixonei, mas inicialmente foi essa capa linda que me conquistou. Parece complicado, mas está escrito Vaclav & Lena, nome dos protagonistas dessa história super bonitinha!

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Bem, sem spoilers, baseado apenas na descrição dada pela própria capa do livro, o que eu posso dizer pra vocês é que essa é uma história que basicamente conta sobre a vida de Lena, com participações especiais de Vaclav e adjacências. É dividida em três tempos, Vaclav e Lena, Vaclav apenas, Lena apenas. Os capítulos geralmente são bem curtinhos e explicados entre eles. A trama da história gira em torno de:

Vaclav e Lena parecem destinados um ao outro. Eles se encontram pela primeira vez aos 6 anos, numa aula de inglês para imigrantes em Brighton Beach, no Brooklyn. Vaclav é precoce e falante. Lena, com dificuldade no idioma, refugia-se na segurança de sua adoração por ela. Ele imagina a história dos dois se desenrolando como em um conto de fadas. No entanto, uma das muitas verdades a serem descobertas nessa extraordinária obra de estreia de Haley Tanner é que “felizes para sempre” nunca é um desfecho garantido. Um dia, Lena não vai à escola. Desaparece da vida de Vaclav e da família dele como num cruel truque de mágica. Durante os sete anos seguintes, Vaclav deseja boa-noite a Lena todos os dias, perguntando-se se ela faz o mesmo onde quer que esteja. No dia do aniversário de 17 anos de Lena, ele finalmente descobre o que aconteceu. 

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Basicamente a sinopse é a trama do livro. Isso tudo ocorre praticamente antes da primeira metade do livro e o restante fica por conta de cada um separado e o que se desenrola disso. Apensar da capa linda e de tudo mais de envolvente, não achei que o mistério do sumiço de Lena tenha me causado curiosidade e achei que a narrativa fica bem morna e repetitiva depois que ela vai embora. É como se a história se arrastasse por páginas e, de repente, o livro precisava ser acabado e ficou tudo muito corrido, deixando o ápice para algumas páginas somente e aí acaba.

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Os personagens são bem caracterizados, mas por algum motivo, ao final do livro senti uma mudança brusca de atitude e continuei com a sensação de que havia perdido algo nesse meio tempo. O tal motivo do sumiço é de fato inesperado, mas o que se decorre depois disso é meio clichê e o final acaba se tornando previsível. Sério, acho que ela encheu de escrever o livro e simplesmente disse “pronto, acabou!”.

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Título: Vaclav & Lena
Autor: Haley Tanner
Editora: Intrínseca
Edição: 1
Ano: 2012
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 272 páginas

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A narrativa é fluida, mas ao mesmo tempo em que é rica em alguns detalhes, outros são bem superficiais. Gosto da maneira com que a autora explica algumas coisas, ficam tão claras que é impossível não assentir com a cabeça durante a leitura. Separei algumas citações pra vocês, olha só:

“O sorriso da maioria das pessoas é uma mentira, um artifício ou uma promessa.” p. 120

“Decide que as marcas são as chaves para viver como uma pessoa completa, não como uma pessoa desconjuntada e enigmática feita de muitas pessoas tentando se disfarçar como apenas uma.” p.153

“(ela) […] não responde […] é um telefone tocando fora da base […]” p. 233

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Em suma é um bom livro. Trata de assuntos importantes, faz a gente reviver algumas coisas de criança. Fala também da dificuldade que muitas pessoas passaram ao sair da Rússia para tentar a vida nos Estados Unidos e a dificuldade de adaptação. Mas acho que ele é mais bonito do que bom, entendem? Mais alguém já leu? O que achou?

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09dez/13

Resenha de Livro: Perdão, Leonard Peacock.

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Há tempos espero para fazer a resenha deste livro pra vocês. É um livro simples, bem direto e de leitura fácil, mas impossível de não se pegar refletindo sobre a sua vida quando acabar de ler!

De acordo com a sinopse do livro:

“Hoje é o aniversário de Leonard Peacock. Também é o dia em que ele saiu de casa com uma arma na mochila. Porque é hoje que ele vai matar o ex-melhor amigo e depois se suicidar com a P-38 que foi do avô, a pistola do Reich. Mas antes ele quer encontrar e se despedir das quatro pessoas mais importantes de sua vida: Walt, o vizinho obcecado por filmes de Humphrey Bogart; Baback, que estuda na mesma escola que ele e é um virtuose do violino; Lauren, a garota cristã de quem ele gosta, e Herr Silverman, o professor que está agora ensinando à turma sobre o Holocausto. Encontro após encontro, conversando com cada uma dessas pessoas, o jovem ao poucos revela seus segredos, mas o relógio não para: até o fim do dia Leonard estará morto”

Apesar da sinopse trazer uma temática bem pesada, o livro não é nem de longe depressivo ou faz apologia ao suicídio ou coisa parecida. Muito pelo contrário! Ao longo da história, você quer ser amiga do Leonard e até entende que pra ele, a única saída é mesmo acabar com a própria vida. Em uma linguagem bem clara e direta, você chega do primeiro ao último capítulo sem se cansar e sem perder a linha de raciocínio do acontecimento dos fatos.

Título: Perdão, Leonard Peacock
Autor: Matthew Quick
Editora: Intrínseca
Edição: 1
Ano: 2013
Especificações: Brochura | 224 páginas
Peso: 370g
Dimensões: 23mm x 16mm

Participação especial de Ted que também adorou o livro!

Com o narrar da trajetória Leonard explica porque o seu melhor amigo agora não é mais e porque precisa matá-lo. Dá pra perceber uma ligeira crítica ao comportamento adolescente de hoje, tão preocupados com o “ter” em vez do “ser” e tem muita referência ao mundo real ~ adoro isso! É do Matthew Quick, o mesmo autor de “O Lado bom da Vida”.

Confesso que muitas vezes dá uma certa melancolia ao ler o livro, mas é justamente isso o que nos leva a refletir sore a história. Tabém faz a gente se perdoar por coisas pequenas, mas que muitas vezes nos impedem de caminhar. Uma coisa bacana também são as notas de rodapé feitas pelo próprio personagem que ajudam na compreensão dos sentimentos de Leo. O livro faz você viajar dentro da história e passa um dia todinho junto dele, torcendo pra ele mudar de ideia e descobrir porque ele está tão determinado. Se você quiser saber mais sobre o que eu achei, é só olhar o vídeo abaixo!