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10jul/14

Qual a função de tanto ódio?

BiaGood VibesTextos

É hora de falar sobre internet, sobre o que está entalado aqui faz um tempo. Se não fosse por ela, não teria o meu trabalho, mas acho que algumas coisas estão indo longe demais. Esse caminho de mão única precisa ter um sinal de stop. Eu tô falando de você que se protege atrás de um perfil anônimo pra dizer da forma mais grosseira possível que não gostou do que viu. Isso pra mim é ser covarde.

covarde

Medo do outro, do sucesso do outro, de uma ideia que é tão brilhante que você se irrita por não ser sua. Por que elogiar se você pode simplesmente dizer que ficou horrível? Sem falar na perda de tempo de criar um perfil falso, porque, apesar de ter uma opinião sobre aquilo, você não quer que ninguém saiba que ela partiu de você. Agora, me diz uma coisa: pra quê?

HATERS

Não falo isso por ser “blogayra” como agora vocês gostam de dizer, mas falo como pessoa. Não precisamos ir tão longe pra se colocar no lugar de alguém. Todo dia a vida nos diz ‘não’ em alguma coisa e o ponto não é não receber críticas, mas sim aonde queremos chegar com elas e se de fato criticamos na espera da melhoria, ou apenas pelo prazer de dizê-las, mascarados pelo anonimato da internet. Você realmente acha que vai mudar alguma coisa chamando alguém de gordo, sendo que eu tenho certeza de que você  mudaria algo em si mesmo? E mais! O tempo que você perde criticando só revela o quanto a posição do outro te incomoda. Como você não tem o que fazer em relação a isso, critica na esperança de que ele suma e sobre algum espacinho pra você.

anonimous

Ninguém é obrigado a gostar do que vê, da mesma forma que não somos obrigados a ouvir o que você tem a dizer. Pra mim, é uma regras simples: na vida, aquilo que nos faz mal ou é indiferente, devemos simplesmente abandonar. Na internet isso é ainda mais fácil. Não gostou? Não entra! Discordou? Não curte! Pra mim, é muita perda de tempo, falta de maturidade e um tanto bom de ~ outra palavra que vocês adoram ~ “recalque” entrar em um perfil de alguém que eu não gosto, só pra que ela saiba que alguém do lado de cá está julgando tudo o que ela faz, como se isso fosse realmente mudar  o mundo dela e o meu.

miley

Enquanto você dá print na tela do celular pra mandar a foto para que ela seja julgada não só por você, mas por todos os outros haters, ela continua a vida dela, sem nem saber quem é você na fila do pão e, olha, quer saber? Ruim é pra você. O que você ganha no final do dia? Acredito que seja muito pouco, porque no dia seguinte você o fará de novo e por aí vai. Eu não sei quando ficou engraçado ter sua foto estampada em um blog, esperando críticas e mais críticas, vendo todo mundo apontando seus defeitos, mas acho que já chegou a hora de parar. Pra ser sincera, eu ria disso na sexta série, com os jornaizinhos do colégio. E sim, todas as meninas que eram julgadas, bem lá no fundo todo mundo tinha uma baita inveja delas. Afinal, chamar de “vagabunda” a menina que ficou com o cara gato do primeiro ano é muito mais fácil do que conseguir a mesma coisa. Mas hoje, existe uma diferença de no mínimo 10 anos desde aquela época. Trocamos o “gato” ~ ou não ~ pelas viagens, roupas, maquiagens e um mísero presskit e usamos isso como argumento para explicar o ódio.

Só pra esclarecer, não tive nenhum comentário desse tipo e por isso me inclinei a escrever. Tenho sorte de ter os melhores leitores do mundo, os mais educados, até nas críticas. É que estou cansada mesmo, com preguiça de tanta gente “odiosa” em troco de nada. Você que ri da “bluógete” que coloca mil regras no sorteio, é o mesmo que diz “SDV” e “troco likes” na foto de outras pessoas. Acho que é hora da gente se olhar no espelho, mudar o que nos é de respeito e se colocar no lugar do outro. Não sei se você sabe, mas não é porque você não tem um blog que não esteja sendo julgado pelos outros ao seu redor. É que eles, ao contrário de você, ainda não encontraram uma maneira de se esconder atrás do anonimato.

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