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24jul/17

O Mínimo para viver | o que eu achei do filme

Resenhas

Nesse final de semana assistimos ao filme O Mínimo para Viver do Netflix. Com o título original de “To the bone“, o filme mostra a história de uma jovem com anorexia e suas dificuldades de se recuperar da doença e voltar a ter uma vida normal. Com Lily Collins e Keanu Reeves,  O Mínimo para Viver é um drama que tem uma proposta bem interessante, mas que deixa a desejar.

O filme começa direto no assunto, mostrando Ellen, a personagem principal interpretada por Lily Collins saindo de uma internação e voltando para a casa do pai. Lá a gente vê um pouco da dinâmica familiar dela e sua contínua obsessão por contar calorias e manter o peso baixo. Sua história de vida é vagamente revelada ao longo do filme, mas em momento algum fica claro o motivo pelo qual ela se tornou anoréxica ou como a doença avançou. Algumas questões familiares dão indícios, mas na verdade, é apenas uma suposição.

Ellen tem 20 anos e se mostra conformada com a situação de internações seguidas e fala com muita naturalidade sobre já ter sido entubada para receber alimentação, como se fosse um processo normal e eventual de sua rotina. Cada membro da família tem uma relação diferente com o transtorno da jovem e, exceto pela meia-irmã, todos parecem não acreditar mais na recuperação de Ellen e ficam empurrando o problema uns para os outros.

Até que um tratamento não tão convencional surge na vida de Ellen, cujo médico é interpretado por Keanu Reeves. Ela então passa por uma nova experiência similar a uma internação em uma clínica com outros jovens que sofrem de transtornos alimentares também. Entre outros pacientes, conhecemos Luke, personagem que ajuda a desenrolar um pouco mais sobre a história e personalidade de Ellen. Nesse momento, começa um certo envolvimento amoroso entre os dois e a narrativa ganha um novo rumo.

É claro que esse é um assunto pesado, difícil e bastante complicado. No entanto, é de extrema necessidade que seja mais explorado e discutido. E é aí que entra o problema: como retratar um assunto tão delicado sem romantizá-lo e até onde mostrar a realidade, mas de uma forma que não ofereça gatilhos para aqueles que sofrem de transtornos alimentares?

E, ao meu ver, foi aí que o filme se perdeu um pouco e deixou a desejar. Ele transita entre a superficialidade da abordagem do tema e as imagens corporais chocantes, mas sem aprofundar de fato no sofrimento dos pacientes, dos familiares e em outros aspectos da doença. Não consegui criar uma relação empática com a dor da Ellen, justamente pela forma com que a doença dela foi apresentada: já instaurada, sem precedentes que poderiam ter dado origem ao transtornos, com uma abordagem rasa da relação entre o comportamento dela em relação à comida e o real motivo pelo qual ela desenvolveu a doença. Posso dizer que há personagens secundários que denotam de forma muito mais envolvente a dor e a luta que é conviver com essa obsessão do que a própria Ellen.

Além do mais, achei que o filme perdeu o ritmo e quase entrou numa vibe Sessão da Tarde romântica, deixando algumas questões abertas e pendendo bastante pra uma história de amor e superação. De repente, quando ele retoma a temática da doença, fica um buraco na história que a gente não entende bem se ela morreu, se foi um sonho ou coisa parecida.

Não consigo afirmar se há gatilhos ou não, o que me faz pensar que talvez haja, visto a dúvida. Talvez, se o foco tivesse sido um pouco mais no sofrimento do transtorno, de uma forma mais pesada, não haveria espaço pra questionar esse aspecto. No entanto, achei que em alguns momentos era perceptível um clima confortável em conviver com a doença. Se não fosse pelo imagem corporal de alguns personagens, não saberia dizer do que eles sofriam.

O final sem resolução não foi o problema, pelo menos pra mim. É bacana deixar essa ideia de tentativa, de recomeço. Pessoas que sofrem de transtornos alimentares muitas vezes passam anos da vida tentando lidar com hábitos destrutivos, até de fato conseguirem retomar a vida sem eles. Então, deixar em aberto o que houve depois, mas mostrando que ela estava mais uma vez disposta a tentar é sim uma resolução positiva, de certa forma.

Não achei um filme ruim, de forma alguma. É raso, superficial, mas necessário. Abriu uma porta para discussão de um tema extremamente importante e que ajuda a entender um pouco melhor a realidade dessas pessoas. Essa questão de não ter sido tão profundo não é de todo mal: nem todo mundo consegue lidar bem com imagens de pessoas doentes e de uma relação tão difícil com a comida. Então tem um propósito alcançado, podemos dizer assim.

O filme O Mínimo para Viver tá disponível no Netflix e tanto a Lily Collins quanto a diretora Marti Noxon sofreram na pele esse transtorno. Ambas já tiveram anorexia e tratam no filme com propriedade o assunto. Acho que é de certa forma um bom filme pra quem quer saber um pouco mais sobre transtornos alimentares, pode ser um começo. Alguém já assistiu? O que achou? Me conta nos comentários! 😉

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04jul/16

5 filmes pra quem gosta de psicologia

Vídeos

Esse vídeo de hoje junta duas paixõezinhas: psicologia e filmes! Escolhi 5 filmes pra quem gosta de psicologia e olha, são os melhores! Quando eu paro pra pensar, tenho uma lista enorme, mas resolvi fazer um top 5 e em breve eu repito a dose!

Escolhi 5 filmes em áreas diferentes, então tem pra todos os gostos! Desde suspense até animação ~ quem diria, não é mesmo? E em cada um você consegue observar um monte de coisas diferentes, vários tipos de transtornos e comorbidades, coisas que parecem só haver em filme, mas que a gente sabe que na vida real tem coisas muito piores, infelizmente.

Clique em PLAY para assistir ao vídeo!


Os filmes citados são:

  • A pele que Habito
  • Bicho de Sete Cabeças
  • Um estranho no ninho
  • Ilha do medo
  • Mary e Max
  • Melhor impossível
  • Número 23

E vocês, já viram algum dessa lista? Tem mais algum pra me recomendar? Eu sou apaixonada por filmes e se tiver um pouquinho de psicologia… me cativa pra sempre! Deixe aqui nos comentários o que vocês acharam desse filme quem já viu e me indiquem mais!

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12maio/16

5 filmes que eram livros

LivrosLyfestyle

Eu sei que nesse mundo do entretenimento a gente tem dois tipos de pessoas: as que preferem os livros e as que preferem os filmes. E se a gente puder juntar as duas coisas? Pensando nisso, fiz uma lista com filmes que eram livros e que agora tem suas adaptações para as telonas e deixar todo mundo feliz!

Eu particularmente prefiro ler os livros antes de ver os filmes. Na maioria das vezes eles ão mais completos e com isso eu posso criar minha própria versão dos personagens e quando assisto ao filme só reconstruo as cenas na minha cabeça. Embora haja algumas pequenas exceções onde o filme ficou melhor que o livro, como no caso de A Culpa é das Estrelas, por exemplo. Eu achei que o filme deixou somente o necessário, cortando boa parte da enrolação que eu senti ao ler o livro ~ pra entender do que eu tô falando, aqui tem resenha sobre ele!

Mas pra quem tem preguiça de ler o livro ou estava ansioso pra ver sua leitura favorita no cinema, aí vai uma lista bem caprichada de 5 filmes que eram livros!

O SILÊNCIO DOS INOCENTES

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Sim, pra quem é super fã do filme mas não fazia a menor ideia de antes era um livro, aqui etá a maior surpresa. O livro original de Thomas Harris inspirou o longa estrelado pelo meu querido Anthony Hopkins. Pra quem está totalmente perdido, esse filme é um dos clássicos sobre assassinos em série e tem toda uma trama de FBI e pasmem: canibalismo!

O silêncio dos Inocentes – R$15,oo – Compre aqui

JOGOS VORAZES

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A saga de Katniss, Peeta e Gale pode ser encontrada na versão literária escrita por  Suzanne Collins. Embora a narrativa seja ligeiramente diferente, ambos contam a história de uma adolescente de 16 anos que lutará literalmente para salvar onde vive.

Jogos Vorazes Trilogia – R$66,50 – Compre aqui

CLUBE DA LUTA

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O famoso filme com o queridinho Brad Pitt é inspirado no romance homônimo de Chuck Palahniuk e traz a história de um homem que entra para um clube da luta para desafogar os problemas da vida e no final a gente fica meio atordoado. Mas olha, só as cenas de Brad sem camisa valem todo a confusão mental que a gente sente!

Clube da Luta – R$20,70 – Compre aqui

A PELE QUE HABITO

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Aquele filme chocante que deixa qualquer pessoa nervosa depois de assistir foi baseado no romance de Thierry Jonquet. A história se desenrola através da vida de um cirurgião plástico obcecado em recriar a pele humana em laboratório. No meio disso, alguns eventos ocorrem e o médico tem a oportunidade de testar a qualquer custo seu experimento em seres humanos. O resultado? Uma dor de cabeça gigantesca por dias depois do filme acabar e um sentimento perturbador!

ILHA DO MEDO

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O filme que estrela Leonardo di Caprio tem origem no livro de Dennis Lehane.  Durante o filme rola uma investigação da fuga de uma interna do Hospital Psiquiátrico Ashecliffee todo enredo é de surpreender e tirar o fôlego.

Ilha do medo – R$42,90 – Compre aqui

E vocês? Sabiam que esses excelentes filmes eram na verdade livros? E me contem aí, qual outro vocês gostam e estão só esperando virar filminho ~ me conta também mais filmes que eram livros antes!

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04maio/16

5 filmes de suspense de tirar o fôlego

Good VibesVídeos

Se você é como eu que adora um bom filme, vai amar essa lista com os melhores filmes de suspense que eu já vi. São filmes bem montados com enredo que te prende do início ao fim e ainda deixam aquela dúvida enorme durante todo o tempo se as coisas estão indo pelo caminho certo ou não.

E eu bem sei que no final de semana muitas vezes rola aquela preguiça de sair e a gente acaba escolhendo um filme no Netflix ou qualquer outro serviço de streaming ~ mas se você é daqueles que ainda prefere a locadora, tudo bem, isso também vale pra você ~ e muitas vezes bate aquela dúvida imensa de “qual filme assistir?”.

Pensando nisso, eu fiz uma lista com os 5 filmes de suspense mais legais dos últimos tempos ~ então você tem pelo menos 5 dias de entretenimento! Pode ficar tranquilo porque não tem nenhum spoiler nem assombração.


Me digam se vocês já assistiram a algum filme dessa lista ou se tem mais algum que é muito bom e que eu PRECISO assistir. Se suspense não é muito a sua linha, você pode ver também um outro vídeo que eu fiz com mais 3 Youtubers com uma variedade bem bacana de gêneros de filmes pra você ver ~ aposto que algum deles vai te agradar! 

15abr/15

Tatuagens inspiradas em filmes e seriados

Bia

Acho que a maioria de vocês já sabe que eu tenho uma tatuagem escrito Glee, não é? Pra saber sobre a história dela, é só ver esse vídeo aqui. E olhando pela internet outros loucos como eu, descobri que é super comum tatuar referências aos filmes e seriados que a gente ama por alguma razão. Pensando nisso, resolvi fazer esse post com tatuagens inspiradas em filmes e seriados.

Harry Potter

Acho que esses são os fãs mais loucos, os que mais fazem tatuagens mesmo. Quando eu estava pesquisando, achei cada uma que .. uau! Haja coragem! Muito bacana, titia J.K. Rowling deve estar orgulhosa e agradecida.  Eu tenho vontade de fazer a das Relíquias da Morte, mas não pra agora…

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 Filmes

 Todo mundo tem um filme que marcou a vida…. se você tatuaria isso é que são outros 500. Tem pra todos os gostos, desde Jogos Vorazes até O Exorcista. Gosto muito dessas com frases ~ mas calma, tô de boa, não quero fazer nenhuma não!

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Seriados

Viu? Eu não sou a única! Achei até uma amiguinha que fez Glee também. Achei que Lost ia ganhar as buscas, mas foi o Heisenberg Walter White que ficou em primeiro lugar.

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E vocês? Fariam algo do tipo? Me contem!

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08abr/15

Pra matar a saudade | documentário Amy Winehouse

BiaCelebridadesLyfestyleMúsica

Eu não sei se vocês sabem, mas eu sou fã de carteirinha da Amy Winehouse ~com direito a choro e tudo mais quando ela morreu. Nem preciso dizer que fiquei muito chateada porque não pude ir a um show dela, né? Pois é. Mas a notícia boa para nós, carentes do tão famoso cabelón é que esse ano estréia um documentário sobre sua vida, yay!

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A data prevista para estréia na Europa é dia 03 de junho, mas por aqui no Brasil ainda não foi definida. Foram dois anos para produzir o documentário “Amy – The Girl Behind The Name”. Acredito que será incrível, não só por Amy, mas porque o diretor é o Asif Kapadia, o mesmo de “Senna”, sobre Ayrton Senna. A informação é que o documentário será a história de Amy contada por suas próprias palavras, contendo imagens de arquivo pessoal e registros de canções inéditas.

Esse é o teaser trailer oficial. e ainda não tem legenda, mas só de ver essas imagens, a voz dela no funco já fico ligeiramente emocionada. Mal posso esperar para ver aqui. Quem mais tá ansioso?

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20mar/15

5 filmes pra você assistir no final de semana

BiaDicasIndicaçõesLyfestyle

Final de semana combina com o quê? Filme, é claro! Eu sempre associei domingão com um bom filme e um balde de pipoca. Fico de olho no que saiu do cinema e eu perdi pra tentar me atualizar, mas tem alguns que eu considero “clássicos”, sempre indico pra alguém e faço a maior campanha. Então não poderia deixar de indicar pra vocês 5 filmes pra lá de bacanas pra assistirem no final de semana ~vulgo amanhã.

O Fabuloso destino de Amelie Poulain

Ah… como eu amo esse filme! Pra ser bem sincera, me identifico tanto com Amélie que me reconheço em vários momentos. Ela tem uma mania de “pequenos prazeres” e os faz pra ser feliz. Compartilho alguns, como comer Fandangos colocando cada biscoito em um dedo e pegá-los um a um. Fora o jeitinho apaixonante de Amélie ~ a princesa Audrey Tautou ~ o filme é bem leve, despretensioso, divertido e inesperado. Uma excelente opção para todas as idades!

Wall-E

Esse é daquele tipo de filme que parece pra criança, mas na verdade é para adultos. É uma animação feita pela Pixar, então a gente já sabe que o nível de qualidade é alto. Com ele você se emociona, ri, quer levar o Wall-E pra casa e ainda reflete sobre o nosso comportamento com o planeta. O mais interessante é que ele não precisa de muito pra ser incrível desse jeito. 1/3 do filme é praticamente mudo e te garanto que as falas não fazem diferença. Acredite, esse filme é a coisa mais linda!

Seven – sete pecados capitais

Esse é antigo e é dos bons. Aquele tipo de filme que nunca fica velho ~ até porque o ator principal é o Brad Delícia Pitt. Fala sobre essa trama super envolvente de assassinato em série, com uma temática surpreendente, fazendo referência aos sete pecados capitais. É simplesmente de tirar o fôlego e fazer você ficar com os olhos colados na tela, querendo mais. Apesar de ser suspense, não é de dar sustos ou aparecer coisas de outro mundo. Então, se você tem medo, não se preocupe. Pode assistir que você não vai se arrepender!

 A Vila

Esse filme é realmente muito bom! Sério. Vocês precisam abrir o coração pra entender a grande beleza desse filme. Inicialmente é uma coisa, mas conforme a história se desenrola você percebe a quantidade de coisas envolvidas que deixam a trama ainda mais misteriosa. Eu me surpreendi muito com o filme e os atores são brilhantes. É muito amor, gente! Tem uma cena super famosa da varanda ~ não vou falar mais pra não spoilar ~ que é a coisa mais linda #EuChorei #QueroQueAlguémMeAmeAssim. Assiste e me conta depois!

Moulin Rouge – amor em vermelho

Aaaaaah… o filme mais lindo de todos da vida! Cara, eu já perdi as contas de quantas vezes eu já vi esse filme, sério! E pra rir, pra chorar, pra decorar as músicas e se apaixonar por Ewan McGregor como Christian. Eu tenho a trilha sonora do filme e já cogitei a possibilidade de me casar com “Come what May”. É um musical, mas faz mashups de várias músicas clássicas com um humor contagiante. Mas prepare o lencinho, ok? Não consegui um trailer em português, mas acho que dá pra pegar a vibe do filme.

E aí? Já viram algum desses? Quais vocês me recomendam pro meu final de semana?

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12maio/14

Pra entrar no clima da estréia de “A culpa é das estrelas” | clipes pra lá de fofos

BiaLivrosNovidades

Okay, okay, eu confesso que me decepciono  80% das vezes que um livro vira filme, mas pelo o que ando vendo, acho que neste caso será completamente diferente. Desde o lançamento do trailer que prevejo muito mais emoção e lágrimas com o filme. Pega o lencinho e aperta o play.

Agora que você já parou de chorar, vou lhe dar motivos pra desidratar de vez. A estréia do longa aqui no Brasil é só em junho ~ calma, falta pouco!, mas a banda Group Love e o Ed Sheeran já lançaram dois clipes oficiais de duas músicas da trilha sonora. Já adianto que são lindas e que, se você está na TPM, talvez não seja uma boa. Com vocês, All of the Stars do Ed (íntima ;P):

E agora, Let me In do Grouplove.

Vai dizer que não dá vontade de ir pro cinema agora? Estou e-n-c-a-n-t-a-d-a com esse casal. Shailene Woodley como Hazel superou minhas expectativas e por isso mesmo que ela será bem mais intensa do filme do que no livro. Essa cena dela chorando no jantar me faz querer reler o livro. Ansel Elgort demorou um pouco mais pra cair no meu gosto, mas confesso que já me derreto por ele assim como no livro. Mal posso esperar por essa estréia!

Pra quem não sabe bem do que eu estou falando, aqui tem resenha do livro. E vocês, gostaram dos clipes?