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Categoria: Textos

01jun/17

A famosa pausa

Good VibesTextos

Eu cheguei a comentar sobre isso no Instagram e através dos histories, porque era o meio mais rápido de me comunicar sobre o que estava acontecendo. A pausa, a famosa pausa que todo mundo precisa em um determinado momento da vida. Seja no amor, no trabalho ou até mesmo pra conhecer melhor a si mesmo. Mas a pausa veio depois do caos.

Conforme eu mencionei na época, eu sou uma pessoa que ama criar, fico empolgada com cada pequena coisa do meu dia e todas as vezes que eu me deparo com algo, quero transformar em conteúdo, dividir com vocês de alguma forma. Eu amo meu trabalho e a possibilidade de estar sempre em movimento me deixa realmente motivada e satisfeita com a carreira que escolhi seguir. Mas a vida da gente não é só o que a gente escolhe diretamente e algumas coisas que ocorrem em segundo plano acabam nos obrigando a priorizar, muitas vezes, o que não planejávamos.

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Quando eu completei 100 mil inscritos nos YouTube, planejei um monte de coisas. Queria fazer um especial, um mês inteiro da gente juntos pra comemorar todo o apoio que vocês me deram durante todos esses anos. Me planejei, fiz um calendário seguindo os temas mais pedidos do canal, revi todas as sugestões de vídeos que vocês me deram ao longo do tempo pra agradar e agradecer vocês. Foram dias de gravações intensas, uma atrás da outra, madrugadas editando pra dar tudo certo no pouco tempo que eu tinha. Mas não deu. Sabe quando uma pequena coisa desanda e aí todo o resto continua em cadeia? Pois é.

A verdade é que não houve nada de extraordinário, nenhum acontecimento grave. Eu é que não dei conta por milhares de motivos pessoais. Com isso, minhas crises de ansiedade aumentaram e foi ficando cada vez mais difícil controlar, até que cheguei em um ponto que paralisei e não conseguia sair do lugar ~ nem físico, nem criativo. Deu branco, deu pânico, deu desespero e a cada dia que passava e eu falhava, fui ficando cada vez mais frustrada e falhando em outras áreas da minha vida também. O caos.

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É muito ruim se comparar aos outros e nesse tempo em que não dei conta, foi o que eu mais fiz. Só ficava me lembrando da quantidade de gente que eu sigo que tem um monte de coisas pra fazer na vida e ainda assim dão conta do recado. Isso é a pior coisa que existe! Cada um tem seu tempo, sua vida e a gente precisa sempre ter em mente que as redes sociais mostram apenas um recorte da vida real da pessoa, aquilo que ela escolheu mostrar e que não necessariamente representa o todo ou a vida dela em si.

Então decidi parar, respirar fundo e repensar o que eu estava fazendo. Definitivamente aquilo não estava sendo saudável. Se eu insistisse, só ia ficar pior. Foi muito duro e difícil pra mim escolher isso, “abandonar” os projetos daquele tempo e assumir que falhei. Senti medo das críticas, senti vergonha de mim mesmo e até menos capaz. Mas no final das contas, foi a melhor coisa que eu poderia ter feito por mim e pelo meu trabalho. Com isso, eu repensei um monte de coisas que já não fazia mais sentido e voltei a me encontrar em outras que eu havia deixado de lado. É aquela história: autoconhecimento. Quando a gente olha pra dentro, fica mais fácil olhar pra fora ~ e isso acontece naturalmente, com outros olhos.

Hoje minha vida é diferente do que era no início do ano e principalmente do que sempre foi. É uma mudança boa, mas que exige aprendizado, costume e habilidade pra conciliar o que há de novo, sem abandonar o que já era habitual. Então, estou nesse processo de tentativas e erros, seguindo em frente, sempre. O que não significa não ir com calma, pausar quando necessário e retomar sempre que preciso. De agora em diante, vamos retomar, mas não de onde paramos, mas sim de um novo começo.

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O blog está de volta e estamos trabalhando uma nova identidade visual, novo layout e reposicionamento nas redes. O canal segue com dois vídeos por semana, na Quarta e na Sexta, às 19h. Não vou fazer os posts dos vídeos que não foram feitos até então, mas de agora em diante, todos os vídeos terão posts. Nas redes sociais, vou me esforçar bastante pra estar mais presente ~ inclusive estou respondendo a todos os comentários, directs e e-mails, ok? Conforme as coisas forem acontecendo, eu vou notificando vocês.

Muito obrigada pela compreensão de sempre. Que a gente possa nos cobrar menos e ser feliz com nossas escolhas.

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08fev/16

O tal dos trinta

BiaGood VibesTextos

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Chegou. O dia amanheceu normalmente, sem nenhum tom diferente ou dor em algum lugar inesperado. Acordei como todos os outros dias, exceto pela ligeira excitação do “dia do aniversário”. É engraçado como a gente usa o tempo pra delimitar nossas conquistas. Quando eu era criança, tinha tudo resolvido na minha cabeça, todas as áreas da minha vida estariam resolvidas aos 30. Era algo mais ou menos assim: aos 20 eu me caso, aos 25 tenho filho e aos trinta estou estabelecida com minha família. Acho que quando a gente é pequeno, isso é tudo o que devemos almejar ~ crescer, formar família e repetir o ciclo.

E quando eu traçava minha vida e determinava resoluções compatíveis com a década correspondente, não pensava em viver de verdade, só queria ter a certeza de que eu faria o correto, o esperado. Nesse meio tempo, não coloquei nos meus planos me formar ~ até porque, eu sabia que estaria trabalhando, mas só sabia, não fazia ideia de como ou em quê ~ nem tampouco as perdas pelo caminho, os recomeços necessários e um punhado de arrependimento que faz parte do processo. A verdade é que eu não fazia a mínima ideia do que era chegar lá.

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De repente me vi com trinta. E posso dizer? 30 é o novo vinte. Hoje, quando olho pra trás, vejo que vivi ~ de verdade ~ um monte de coisas bacanas que nem mesmo a mais criativa das crianças sonharia em viver lá nos seus 10, 11 anos. Ao mesmo tempo, sinto que ainda falta muita coisa e que eu estou bem no começo do caminho. Tenho uma lista imensa de sonhos e vontades que não podem se perder porque fiz trinta.

Talvez eu não tenha seguido o “meu” padrão de anos atrás ou o que meus pais seguiram, mas fiz história na minha história e coisas que meus pais não fizeram. Não tem certo ou errado, cada um seguiu o que foi possível, de acordo com seu tempo. Não é porque não tenho minha vida resolvida aos trinta que sou um fracasso. Aliás, o que é ter a vida resolvida mesmo?

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A vida da gente não é linear. Posso lhe dizer que a pessoa que eu sou hoje foi formada por vários momentos de riso frouxo e choro descontrolado na mesma medida. As pessoas diferem, portanto não preciso mais me comparar com os outros da minha faixa etária. Já faz um tempo que venho cada vez mais querendo coisas que vão além do que é esperado por todos como “correto”, são coisas que me completam muito mais do que seguir um protocolo determinado ~por quem mesmo?

Eu ainda tenho muito tempo, tenho todo tempo do mundo! Isso não quer dizer que eu não tenha pressa, que não quero tudo o que eu posso ter o quanto antes, mas significa que sou muito feliz e grata por tudo o que tenho e, sabendo onde quero chegar, todo esse processo é divertido e é sim a vida. Cheguei aos trinta de consciência tranquila, orgulhosa de tudo o que passei e tendo cada vez mais a certeza de que nunca é tarde pra (re)começar.

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Seja bem-vindo, Trintão! Me traga sorrisos, experiências, gente de verdade e que seja a década mais proveitosa da minha vida. Quero também de você a maturidade que ainda falta, as realizações que não foram possíveis aos vinte e toda vida que você puder me dar. Vem, porque desejo mesmo que sejamos amigos, que deixemos nas páginas dos álbuns toda história que construímos juntos. Já gosto de você desde a época em que te imaginava sendo real e posso te garantir: eu não voltaria um dia…

01jan/15

E que venha 2015!

BiaGood VibesTextos

Eu ainda tenho as marcas no joelho. Nem sei te dizer quantas vezes eu caí ano passado. Mas quer saber? Eu nunca me senti sozinha de fato. Deus sempre me levantou. Mas eu confesso que adoro recomeços e novos tropeços. Porque a linha reta é muito chata, meus caros… O legal da caminhada são as paradas, as vistas e visitas, os laços invisíveis que prendem os pés no chão e mantém a cabeça nas nuvens. Então tudo bem se no final das contas algumas cicatrizes aparecerem aqui e ali.

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Mas o ano acabou e eu estou me empenhando mesmo em acreditar que um novo começo é tudo o que eu preciso. Só quero estabelecer metas reais e crer na máxima de que 2015 tem 365 novas oportunidades pra mim. Portanto, não quero criar expectativas. Não quero pedir pro novo ano me surpreender porque, pra ser bem sincera, tenho um certo medo de surpresas. Quero que ele corra leve, no seu tempo –  nem rápido demais, nem arrastado. Quero que seja lindo, divertido, inovador. Quero que eu faça por mim tudo o que desejo que venha dos outros.

Quero comer em lugares diferentes, dizer sim pro que antes era impensável,  recusar e me afastar do que não me acrescenta, principalmente daquilo que tenta tirar o melhor de mim. Que sejam eternos os momentos de risada solta, de cumplicidade e carinho. Não quero perder nenhum amigo e que a distância não seja desculpa pra nada. Que sempre tenha uma boa música tocando ao fundo e fazendo uma trilha sonora pra cada momento.

Um dia de cada vez, uma página por dia e vários sentimentos ao mesmo tempo. Venha com calma, 2015. Sinta-se em casa, pegue o que precisar, mas por favor, não se apresse em levar de mim o que eu ainda preciso. Seja paciente com os meus anseios, não me faça desistir de você. Me mostre o seu melhor e deixa que daqui eu faço o mesmo. Ah! Vamos combinar também que não haverá mocinho ou bandido entre nós, it’s aways better when we’re together. No mais, deixa que a gente vai se entendendo e colocando tudo em seu lugar. Bem vindo, 2015!

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25dez/14

Sobre o Natal e o fim de ano

BiaGood VibesTextos

“Todo final de ano é  mesma coisa…”. Não, não é. Cada final tem seus cortes e pontos que nos marcam em formas e tamanhos diferentes. E quer saber? Sou grata por isso tudo. Novas cicatrizes representam batalhas vencidas. Mais um Natal, mais uma chance de recomeçar.

Não me lembro do primeiro Natal, mas posso recordar sem muito esforço de vários deles – ou do que senti ao abrir meus presentes favoritos. O cheiro do peru no forno, os dedos sujos da rabanada roubada, os punhados de castanhas nas mãos na espera da ceia. Cara, como eu amo o Natal!

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Essa magia de decorar a árvore, enfeitar de luzes a casa, fazer as pazes com a gente mesmo. Se perdoar pelos erros cometidos e entender que são os degraus que compõem a subida. Não há evolução sem engano. É tempo de agradecer, de ajoelhar-se diante de Deus e pedir mesmo que ele tome as rédeas da nossa vida, sem medo.  É também hora de aceitar as perdas inevitáveis e fazer o possível para que as próximas não sejam por sua culpa.

É criar coragem e procurar o amigo “esquecido”, ligar pro parente distante e perguntar se “o Papai Noel já passou aí hoje?” e sorrir pra vizinha que lhe deu meias de novo. É levantar e dizer “Feliz Natal” a cada vez que a campainha tocar, é dizer que “o tempo está voando, ontem mesmo era o começo do ano” e prometer fazer tudo diferente daqui pra frente.

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E sim, eu sou clichê. Sou daquelas que gosta de datas e simbolismos. Eu choro com música de Natal e fico muito mais emotiva nessa época. Confesso que olho pro mundo com olhos de bondade, talvez de uma forma que eu não faça muito durante o ano. Mas quer saber? O Natal é isso! É tocar em você e, quase que por um milagre, amolecer todo mundo. Não é “falsidade de final de ano”, é uma chance que a gente tem de estreitar os laços e recomeçar. O que você vai fazer depois disso é que determina sua conduta, não o Natal.

Todo Natal eu quero ser melhor, quero amar mais, quero procurar os que me fazem bem e perdoar os não tão legais assim. E sim, é um dia em que eu me sinto completa. Por uma vez na vida eu sou capaz de ser alguém de fato superior ao que venho sendo o ano inteiro. E olha, posso dizer que tudo pode mudar com um gesto simples. Natais trazem o que eu tenho de melhor em mim!

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E se você acha tudo isso balela, tente ser mais flexível. Se o bom velhinho não tem sido agradável pra você, pode ser por dois motivos: ou você realmente não tem sido um bom menino com a vida ou seus pedidos estão na direção contrária do que é melhor pra você.

Não seja tão ranzinza, vai! Não é possível que você não consiga se deixar levar por esse clima nostálgico característico do Natal. Seja leve, ria de si mesmo, peça desculpas, experimente o doce que sua avó faz há anos. Respeite o tempo da vida e não queira prever o futuro. Uma vez li que não é à toa que o “hoje” se chama presente. É o melhor que a gente pode ter. ‘Passado’ é saudade, ‘futuro’ é ansiedade. E que sejamos clichês, não importa. O negócio é estar em dia com Deus e o coração da gente!

Feliz Natal!

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10jul/14

Qual a função de tanto ódio?

BiaGood VibesTextos

É hora de falar sobre internet, sobre o que está entalado aqui faz um tempo. Se não fosse por ela, não teria o meu trabalho, mas acho que algumas coisas estão indo longe demais. Esse caminho de mão única precisa ter um sinal de stop. Eu tô falando de você que se protege atrás de um perfil anônimo pra dizer da forma mais grosseira possível que não gostou do que viu. Isso pra mim é ser covarde.

covarde

Medo do outro, do sucesso do outro, de uma ideia que é tão brilhante que você se irrita por não ser sua. Por que elogiar se você pode simplesmente dizer que ficou horrível? Sem falar na perda de tempo de criar um perfil falso, porque, apesar de ter uma opinião sobre aquilo, você não quer que ninguém saiba que ela partiu de você. Agora, me diz uma coisa: pra quê?

HATERS

Não falo isso por ser “blogayra” como agora vocês gostam de dizer, mas falo como pessoa. Não precisamos ir tão longe pra se colocar no lugar de alguém. Todo dia a vida nos diz ‘não’ em alguma coisa e o ponto não é não receber críticas, mas sim aonde queremos chegar com elas e se de fato criticamos na espera da melhoria, ou apenas pelo prazer de dizê-las, mascarados pelo anonimato da internet. Você realmente acha que vai mudar alguma coisa chamando alguém de gordo, sendo que eu tenho certeza de que você  mudaria algo em si mesmo? E mais! O tempo que você perde criticando só revela o quanto a posição do outro te incomoda. Como você não tem o que fazer em relação a isso, critica na esperança de que ele suma e sobre algum espacinho pra você.

anonimous

Ninguém é obrigado a gostar do que vê, da mesma forma que não somos obrigados a ouvir o que você tem a dizer. Pra mim, é uma regras simples: na vida, aquilo que nos faz mal ou é indiferente, devemos simplesmente abandonar. Na internet isso é ainda mais fácil. Não gostou? Não entra! Discordou? Não curte! Pra mim, é muita perda de tempo, falta de maturidade e um tanto bom de ~ outra palavra que vocês adoram ~ “recalque” entrar em um perfil de alguém que eu não gosto, só pra que ela saiba que alguém do lado de cá está julgando tudo o que ela faz, como se isso fosse realmente mudar  o mundo dela e o meu.

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Enquanto você dá print na tela do celular pra mandar a foto para que ela seja julgada não só por você, mas por todos os outros haters, ela continua a vida dela, sem nem saber quem é você na fila do pão e, olha, quer saber? Ruim é pra você. O que você ganha no final do dia? Acredito que seja muito pouco, porque no dia seguinte você o fará de novo e por aí vai. Eu não sei quando ficou engraçado ter sua foto estampada em um blog, esperando críticas e mais críticas, vendo todo mundo apontando seus defeitos, mas acho que já chegou a hora de parar. Pra ser sincera, eu ria disso na sexta série, com os jornaizinhos do colégio. E sim, todas as meninas que eram julgadas, bem lá no fundo todo mundo tinha uma baita inveja delas. Afinal, chamar de “vagabunda” a menina que ficou com o cara gato do primeiro ano é muito mais fácil do que conseguir a mesma coisa. Mas hoje, existe uma diferença de no mínimo 10 anos desde aquela época. Trocamos o “gato” ~ ou não ~ pelas viagens, roupas, maquiagens e um mísero presskit e usamos isso como argumento para explicar o ódio.

Só pra esclarecer, não tive nenhum comentário desse tipo e por isso me inclinei a escrever. Tenho sorte de ter os melhores leitores do mundo, os mais educados, até nas críticas. É que estou cansada mesmo, com preguiça de tanta gente “odiosa” em troco de nada. Você que ri da “bluógete” que coloca mil regras no sorteio, é o mesmo que diz “SDV” e “troco likes” na foto de outras pessoas. Acho que é hora da gente se olhar no espelho, mudar o que nos é de respeito e se colocar no lugar do outro. Não sei se você sabe, mas não é porque você não tem um blog que não esteja sendo julgado pelos outros ao seu redor. É que eles, ao contrário de você, ainda não encontraram uma maneira de se esconder atrás do anonimato.

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07jul/14

Sobre escritas e crônicas de um dia (sobre)vivido

BiaGood VibesTextos

blue vintage

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Acho que nunca contei pra vocês, mas meu primeiro blog era completamente pessoal. Nele eu escrevia coisas que um dia saberia que se chamavam “crônicas”. Eram sentimentos digitados, eu precisava (sempre) me expressar. Hoje, eu reli muitos dos meus textos e me bateu uma saudade enorme de escrever. Quase não me reconheci e, pra ser sincera, acho que era mais madura há quatro anos e vi que muitas das minhas questões ainda são as mesmas.

Há quase 8 anos perdi meu pai e isso foi um grande combustível para que eu escrevesse, tentando apagar a queimadura da saudade. Irônico, não?! Hoje, com outros problemas e atravessada por demandas diferentes, me sinto novamente com vontade de escrever, de externar esse mundo inteiro que eu tenho aqui dentro.

Como hoje o blog é só meu, me sinto mais à vontade de compartilhar aqui. Como vocês fazem disso aqui um lugar cheio de coisas boas, me sinto falando não tão sozinha. Então essa conversa toda é só pra dizer que vez ou outra vocês irão ler escritas minhas por aqui. Seja pra desabafar, seja pra conversar, seja pra o que quer que seja. Não tenho intuito de transformar isso em conteúdo, por isso serão sempre que o coração quiser, não tirando o lugar de nada nem o foco do blog. Quem sabe você não se encontra nessas linhas? Obrigada por tudo, pessoal!

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