O Mínimo para viver | o que eu achei do filme

Dicas pra organizar melhor o seu tempo

Favoritos do amor | julho

Minha experiência com a Lenscope | óculos de grau pela internet

Look real | Bomber Jacket e Calça de Moletom

Veludo Molhado voltou com tudo!

Batom metalizado é tendência!

Look real | sobreposição metalizada e destroyed jeans

Glambox de maio | vale a pena assinar?

24jul/17

O Mínimo para viver | o que eu achei do filme

Resenhas

Nesse final de semana assistimos ao filme O Mínimo para Viver do Netflix. Com o título original de “To the bone“, o filme mostra a história de uma jovem com anorexia e suas dificuldades de se recuperar da doença e voltar a ter uma vida normal. Com Lily Collins e Keanu Reeves,  O Mínimo para Viver é um drama que tem uma proposta bem interessante, mas que deixa a desejar.

O filme começa direto no assunto, mostrando Ellen, a personagem principal interpretada por Lily Collins saindo de uma internação e voltando para a casa do pai. Lá a gente vê um pouco da dinâmica familiar dela e sua contínua obsessão por contar calorias e manter o peso baixo. Sua história de vida é vagamente revelada ao longo do filme, mas em momento algum fica claro o motivo pelo qual ela se tornou anoréxica ou como a doença avançou. Algumas questões familiares dão indícios, mas na verdade, é apenas uma suposição.

Ellen tem 20 anos e se mostra conformada com a situação de internações seguidas e fala com muita naturalidade sobre já ter sido entubada para receber alimentação, como se fosse um processo normal e eventual de sua rotina. Cada membro da família tem uma relação diferente com o transtorno da jovem e, exceto pela meia-irmã, todos parecem não acreditar mais na recuperação de Ellen e ficam empurrando o problema uns para os outros.

Até que um tratamento não tão convencional surge na vida de Ellen, cujo médico é interpretado por Keanu Reeves. Ela então passa por uma nova experiência similar a uma internação em uma clínica com outros jovens que sofrem de transtornos alimentarem também. Entre outros pacientes, conhecemos Luke, personagem que ajuda a desenrolar um pouco mais sobre a história e personalidade de Ellen. Nesse momento, começa um certo envolvimento amoroso entre os dois e a narrativa ganha um novo rumo.

É claro que esse é um assunto pesado, difícil e bastante complicado. No entanto, é de extrema necessidade que seja mais explorado e discutido. E é aí que entra o problema: como retratar um assunto tão delicado sem romantizá-lo e até onde mostrar a realidade, mas de uma forma que não ofereça gatilhos para aqueles que sofrem de transtornos alimentares?

E, ao meu ver, foi aí que o filme se perde um um pouco e deixou a desejar. Ele transita entre a superficialidade da abordagem do tema e as imagens corporais chocantes, mas sem aprofundar de fato no sofrimento dos pacientes, dos familiares e de outros aspectos da doença. Não consegui criar uma relação empática com a dor da Ellen, justamente pela forma com que a doença dela foi apresentada: já instaurada, sem precedentes que poderiam ter dado origem ao transtornos, com uma abordagem rasa da relação entre o comportamento dela em relação à comida e o real motivo pelo qual ela desenvolveu a doença. Posso dizer que há personagens secundários que denotam de forma muito mais envolvente a dor e a luta que é conviver com essa obsessão do que a própria Ellen.

Além do mais, achei que o filme perdeu o ritmo e quase entrou numa vibe Sessão da Tarde romântica, deixando algumas questões abertas e pendendo bastante pra uma história de amor e superação. De repente, quando ele retoma a temática da doença, fica um buraco na história que a gente não entende bem se ela morreu, se foi um sonho ou coisa parecida.

Não consigo afirmar se há gatilhos ou não, o que me faz pensar que talvez haja, visto a dúvida. Talvez, se o foco tivesse sido um pouco mais no sofrimento do transtorno, de uma forma mais pesada, não haveria espaço pra questionar esse aspecto. No entanto, achei que em alguns momentos era perceptível um clima confortável em conviver com a doença que, se não fosse pelo imagem corporal de alguns personagens, não saberia dizer do que eles sofriam.

O final sem resolução não foi o problema, pelo menos pra mim. É bacana deixar essa ideia de tentativa, de recomeço. Pessoas que sofrem de transtornos alimentares muitas vezes passam anos da vida tentando lidar com hábitos destrutivos, até de fato conseguirem retomar a vida sem eles. Então, deixar em aberto o que houve depois, mas mostrando que ela estava mais uma vez disposta a tentar é sim uma resolução positiva, de certa forma.

De uma certa forma, não achei um filme ruim, de forma alguma. É raso, superficial, mas necessário. Abriu uma porta para discussão de um tema extremamente importante e que ajuda a entender um pouco melhor a realidade dessas pessoas. Essa questão de ter sido tão profundo não é de todo mal: nem todo mundo consegue lidar bem com imagens de pessoas doentes e de uma relação tão difícil com a comida. Então tem um propósito alcançado, podemos dizer assim?

O filme O Mínimo para Viver tá disponível no Netflix e tanto a Lily Collins quanto a diretora Marti Noxon sofreram na pele esse transtorno. Ambas já tiveram anorexia e tratam no filme com propriedade o assunto. Acho que é de certa forma um bom filme pra quem quer saber um pouco mais sobre transtornos alimentares, pode ser um começo. Alguém já assistiu? O que achou? Me conta nos comentários! 😉

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19jul/17

Dicas pra organizar melhor o seu tempo

LyfestyleOrganização

Eu sou uma grande entusiasta de organização. Tô sempre em busca de técnicas e coisas novas que me auxiliem a me tornar uma pessoa mais organizada. Depois que me casei, tive que reaprender a conciliar meu tempo e quis compartilhar algumas dicas para organizar melhor o seu tempo e conseguir produzir mais e melhor, sem ficar frustrado ou se sentindo mal por não conseguir.

Nesse meio tempo, eu fui quebrando a cabeça até encontrar o que de fato funcionava pra mim. Eu acho que organização tem muito disso, a gente precisa adaptar algumas teorias e ver quais delas se encaixam melhor no nosso ritmo. Escolhi as dicas que são mais fáceis de seguir e que são altamente eficazes. São apenas três, mas se você conseguir fazer, vai ver o quanto isso já vai te ajudar bastante a resolver as coisas do seu dia. Dá só uma olhada no vídeo pra você entender melhor!

OUTRAS DICAS PRA ORGANIZAR MELHOR O SEU TEMPO

  1. Deus ajuda quem cedo madruga. Essa frase é antiga e clichê, mas é a mais pura verdade. Se você acordar mais cedo, mesmo que seja ao menos 1 hora antes do que costuma acordar, vai ver que o dia rende mais e você consegue realizar mais coisas ~ inclusive, ter um tempo livre a mais pra você!
  2. Listas, listas e mais listas. Crie o hábito de listar coisas: o que precisa comprar, o que você precisa fazer, o que vai resolver na rua e assim por diante. Quando você enumera o que precisa ser feito, aumenta a chance de realmente fazê-lo e ainda garante que nada será esquecido.
  3. Não deixe pra fazer amanhã o que pode ser feito hoje. Quanto mais a gente empurra pro dia seguinte, menor a probabilidade de determinada coisa ser feita e isso pode gerar uma grande bola de neve. As atividades não feitas do dia anterior se acumulam com a do dia seguinte e fica cada vez mais difícil dar conta de tudo.
  4. Encare a realidade: mesmo não querendo, algumas coisas precisam ser feitas. Todo mundo tem uma ou outra tarefa que é chata e que se a gente pudesse, não a faria nunca! Mas eu lhe garanto, não há sentimento maior do que riscar algo da sua lista. É recompensador e mágico, como se você pudesse ser capaz de fazer isso com toda ela ~ e pode!

Aqui no blog e no canal eu tenho mais um monte de vídeos e posts sobre organização, de repente você pode querer dar uma olhada também! Esse vídeo foi produzido para a segunda etapa do Desafio Niina Secrets Collection ~ o que significa que eu passei pra segunda fase, yay! Se você quiser saber mais sobre a Niina Secrets Collection, é só acessar esse site. E se esse vídeo foi útil pra você, que tal deixar um joinha pra eu saber e fazer mais, hein? 😉😊

14jul/17

Favoritos do amor | julho

Vídeos

Mais um mês lindo que eu tô trazendo os favoritos pra vocês. Dessa vez é um pouquinho diferente, é o primeiro nesse formato com indicações diferentes das que eu costumo fazer. Nessa segunda parte, indico livro, música, canal, inspirações e um monte de outras coisas super legais que eu amei demais nesse mês. Me digam o que acharam, foi um pedido de vocês pra que eu aumentasse minha lista de coisas legais e eu tô ansiosa pra saber a opinião de vocês!

OS LINKS QUE EU FALEI NO VÍDEO

Aproveita e se inscreve no canal pra ter todos os vídeos diretamente no conforto do seu lar e acompanhar de pertinho tudo o que eu faço por lá!

13jul/17

Minha experiência com a Lenscope | óculos de grau pela internet

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Recentemente eu testei um serviço bem diferente ~ e prático ~ de venda de lentes de grau totalmente pela internet. Fiquei muito surpresa com a ideia e de cara já achei super inovadora e cômoda. Eu tô falando da Lenscope, uma nova maneira de comprar lentes, praticamente sem sair de casa e ainda ter um produto com uma qualidade incrível!

COMO FUNCIONA O SERVIÇO DA LENSCOPE?

Bem, a ideia é muito simples. Quem usa óculos sabe o quanto é desgastante toda vez que precisamos reajustar o grau: escolhe armação, mede daqui, dali, deixa na ótica, espera um tempão, volta pra pegar e tudo mais. Sem contar que muitas vezes o preço das lentes sai mais caro do que da própria armação ~ ainda mais se seu grau for mais alto ou se você precisar de lentes fotossensíveis. Com a Lenscope, além de você resolver isso de forma mais cômoda e rápida, você também economiza bastante no processo final, recebe na sua casa a armação com as lentes mais finas e confortáveis do mercado e ainda tem um programa de garantia especial onde você tem 100 dias pra experimentar e receber o dinheiro das lentes de volta caso o produto não te agrade.

O site é todo bem intuitivo e simples, o que facilita bastante o processo. Todo o processo de compra é feito pela internet. Com a sua receita em mãos e tendo a armação já, você entra no site e escolhe a lente que mais lhe atende, de acordo com sua faixa de grau. Depois de criar sua conta e efetuar a compra das lentes, é só enviar pelo site mesmo uma foto/cópia da receita junto com uma foto pra fazer a medida da sua DNP ~ relaxa, no site tem até um mini vídeo te ensinando a fazer a foto com essa medida. Pronto! Se você for da grande São Paulo ou Campinas, eles buscam a armação na sua casa, mas se for de outro local, é só enviar pelos Correios e esperar a mágica acontecer! Eles colocam as lentes na armação enviada e depois te devolvem, enviando pra sua casinha. Sem burocracia, sem chatice, sem demora.

QUAL O DIFERENCIAL DAS LENTES LESNCOPE?

Além do preço que é imbatível, as lentes Lenscope 1.59 são de policarbonato, que é um material bem mais resistente e leve que as lentes mais baratinhas encontradas em óticas. Além disso, você não paga a mais pra ter os tratamentos nas lentes que fazem toda a diferença no uso e na vida útil dela. As lentes Lenscope possuem tratamento antirreflexo, proteção antirrisco e proteção UV 100%. Então não precisa ficar na dúvida e acabar comprando algo mega caro porque o cara da ótica disse que é bom, mas que no final é mais do mesmo. Sabendo disso tudo, basta apenas você escolher o seu caso: lentes para baixo grau e lentes para alto grau.

Lente Lenscope

Lente normal

Você também tem a opção de escolher lentes fotossensíveis ~ aquelas que escurecem gradativamente de acordo coma a luminosidade, muito bacana pra quem tem fotofobia ou sensibilidade à luz do sol e se incomoda bastante quando sai na rua depois de um ambiente escuro ~ e ainda lentes escuras para óculos de sol, porém com grau em diversas cores. Tanto as lentes fotossensíveis quanto as de sol com grau também possuem os mesmos tratamentos da lente comum. A Lenscope também conta com lentes específicas para quem um grau mais forte de miopia. Trata-se das Lentes Tokai 1.76 que são as lentes de resina mais finas do mundo e fazem com que o óculos não fique grosso, com aquele aspecto fundo de garrafa!

O QUE EU ACHEI DESSA EXPERIÊNCIA?

Só amores! Primeiro pela comodidade, porque eu já tinha uma armação super querida e confesso que fiquei com preguiça de encarar uma loja física e me sentir coagida a comprar outra mais moderna e tal. Segundo porque, apesar do meu grau relativamente baixo, preciso usar meus óculos em tempo integral e nesse aspecto, duas coisas são essenciais: leveza e proteção antirreflexo e UV. E quando você coloca isso no papel, sai bem caro. Uma lente com esses tratamentos pra quem tem miopia e astigmatismo como eu, não sai por menos de R$300,00 e muitas vezes é de um material mais grosseiro, daqueles que nem cabem na armação. O preço da Lenscope é sem dúvida muito mais acessível. Lentes como as minhas ficam em R$169,00 (podendo parcelar) e eu fiquei impressionada com a leveza delas. Ou seja, óculos extremamente confortáveis, com lentes finas, porém super resistentes e com os tratamentos que eu preciso.

Além disso, todo o processo é bem simples e rápido. É fácil de navegar pelo site, é tudo muito bem explicado e de uma forma que todo mundo entende. Não demorou nem uma semana pra eles me devolverem os óculos prontos (mais as lentes que já estavam nele), tudo super embaladinho e eu nem me preocupei em sair de casa. Achei um serviço extremamente inovador e sem enrolação, qualidade por preço justo, sabe? É daquelas coisas que a gente conhece e indica de coração porque sabe que vale à pena.

Pra você saber mais sobre a proposta da Lenscope, dá uma olhada no site deles, vê a proposta e como é fácil de fazer suas lentes de grau com eles. A Lenscope também está no Facebook, no Twitter e no Instagram!E pra quem é do #TeamGenteLinda, é claro que tem desconto! Acesse o site por esse link  e use o código BIAJ1201 no final da sua compra que você ganha R$30,00 de desconto no valor das suas lentes. Tá bom ou não tá? Tá demais! E qualquer dúvida é só deixar aqui nos comentários que eu respondo!

 

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12jul/17

Look real | Bomber Jacket e Calça de Moletom

Look do DiaModa

Cada dia que passa eu tô mais apaixonada por calças de moletom. Tô começando a colecionar e prevejo muitos looks por aí com essa belezura mega confortável e linda! Descobri também que o combo bomber e moletom é uma excelente opção pra esses dias mais frios.

BOMBER E MOLETOM

Quando eu pensei nessa composição, queria algo que fosse confortável, mas que não parecesse desleixado. Isso porque usar moletom muitas vezes dá essa impressão. Embora hoje essas peças sejam ligeiramente mais ajustadas e moderninhas, muita gente tem resistência porque não sabe o que combinar pra não ficar nem esporte demais, nem fora do contexto.

Outra coisa que ganhou meu coração de vez foi essa Bomber Jacket. Desde o momento em que eu vi e coloquei no corpo, foi amor à primeira vista. Além de ser linda, veste super bem e é feita de um material que combina super com as variações de tempo daqui de Juiz de Fora: não é quente demais, nem gelada. Fica super bem pra dias mais frescos e, se você quiser mais calor, super de boa usar uma blusinha de manga por baixo.

E lembram que eu falei da nova onda do veludo molhado? Pois é, me rendi faz tempo! Essa blusinha é uma delícia de usar, ela tem uma certa elasticidade, então não prende os movimentos. O tecido é gostoso de usar, não marca e deu o toque de brilho no look mais básico, por causa do veludo. E posso dizer? Amei que o tom dela combinou super com o da bomber!

Esses óculos maravilhosos caíram como uma luva na produção. Apesar do dia frio, estava um solzinho de fim de tarde daqueles que a gente aperta os olhos. Eles são extremamente confortáveis e eu nem sinto quando estou com eles. Normalmente óculos de sol pra mim é um problema, porque eu gosto dos grandes e a maioria é mais pesada e incomoda com o uso contínuo. Esses não são assim, eu até esqueço que estou com eles!

Já o sapatinho foi o xodó de todo mundo quando postei no Insta. Ele é todo de couro e tão, mas tão confortável que eu fiquei o dia inteiro com ele e nem me incomodei. Ele é um modelo de mocassim repaginado com sola tratorada num tom de nude super tranquilo de combinar com tudo. E eu gosto desse efeito de pernas alongadas que esse tom dá ~ como ele é do mesmo tom da pele, não me sinto tão baixinha como me sentiria se tivesse com um tênis fechado, por exemplo. O melhor é que eu comprei sem dar nada por ele, achando que usaria em produções mais sérias e tá virando meu novo queridinho coringa.

Por aqui eu continuo com dificuldade de encontrar calças de moletom desse tipo, então tenho feito aquele esquema de customizar. Comprei uma calça básica normal, o material pra fazer o punho e costurei em casa. Com isso eu dei uma afinada na perna e deixei ela mais jogger e menos pijaminha. De qualquer forma, como eu sou baixinha, mesmo que eu achasse uma pronta, teria que fazer bainha e daria no mesmo, mas fica a ideia de opção pra quem passa pelo mesmo problema.

O que eu usei

óculos: UI! GAFAS | relógio: CHAMPION |  bomber jacket: NIINA SECRETS STORE | blusa: EMPÓRIO | calça: SEM MARCA | sapato: FLORÉ

Deixem aqui nos cometários o que vocês acharam!

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